sábado, novembro 24, 2007

Mensagem 24 a 24 de Novembro de 2007

Falta exactamente um mês ate ao natal, e acho que já recebi todas as prendas.

Que sensação teve Einstein quando descobriu a teoria da relatividade? Ou o que passa pela cabeça de uma mãe, quando recebe o olhar do primeiro filho na maternidade?
Sentimentos indescritíveis, sensações inimagináveis, onde o mundo do fantástico choca com a realidade, e apenas desejamos viver para sempre…

Temos que aproveitar os louros do esforço, e caso eles não aparecem, é sinal que ainda temos que nos esforçar mais e mais e mais…
Se existe um deus neste mundo, é porque cada um de nós, mais cedo ou mais tarde, vai ser feliz.
Acreditem, lutem para merecerem todos os louros, e agradeçam a vocês mesmos.
Vale a pena!
;)

quinta-feira, julho 19, 2007

Dia de Festa

Existe sempre uma altura por ano, onde os que nos rodeiam, esforçam-se por nos proporcionar um dia especial, de forma a agradar-nos em todos os níveis.
Com a desculpa do festejo do aniversário do nosso nascimento, são reunidos os amigos, e é preparada uma festa sempre ao gosto do aniversariante.
Por vezes, a junção de tantos factores com vista a nos agradar, funciona com o efeito oposto, e é muito comum vermos pessoas um pouco cabisbaixas e tristes no próprio aniversário.
De qualquer forma, a festa acontece sempre.
Primeiro a família, que inicia as hostilidades logo pela manha, prolongando-se até ao almoço. Mais tarde a preparação do jantar com amigos que dá lugar á celebre entrega de prendas.
È muito gratificante estar em tão nobre posição, por vezes confundido como um herói que salvou a cidade, ou alguém cuja importância de existir, rivaliza com o próprio Dalai Lama.
Alegria, beijos e abraços, um mundo que realmente anda a nossa volta, onde o ego, a auto-estima, e o conforto interior atingem valores dignos de uma droga não legal no nosso país.
Cuidado para não se deixarem ressacar.
Muitos Parabens

terça-feira, junho 26, 2007

Olha-me nos olhos

A sinceridade por vezes fere, arde, mas cura, ao contrário da mentira, que fere, arde, mas nunca cicatriza por completo. Pode nunca mais sangrar, nem ser muito visível entre a rotina dos dias, mas vai sempre existir o momento em que nos cruzamos com ela, num cantinho estranho das nossas memórias.
Com o tempo apreendi a parar e tentar ver-me, do lado de fora, não para perceber o que pensam de mim, mas sim, tentar desviar as emoções, e pensar racionalmente. Tarefa difícil, mas sempre com bons resultados.
Acho melhor uma boa decisão tardia, do que, uma má decisão na hora certa.
Engraçado que agora que estou tão perto, por vezes sinto-me tão longe, isto é, falta-nos sempre mais qualquer coisa.
A incansável procura do mais, e da perfeição, pode fazer com que a racionalidade seja deturpada por noções de felicidade em plena mutação e crescimento.
Se calhar vai ser sempre assim, se calhar a ideia é a construção diária e não o cortar da meta, se calhar o ideal é aproveitar o sangue que nos corre e apreender com o derramado.
Se calhar, vou continuar a ser feliz, e sempre a espera de mais…

terça-feira, janeiro 30, 2007

Voa até onde te leva a razão

O coração por vezes, impulsiona-nos em diversas direcções, caminhos esses que nós queremos e temos mesmo vontade de ir.
Geralmente essas vontades sobreponhem-se a tudo que dantes seria bem mais importante. Deixamos de ver além, para olhar só para o agora, onde o já, tem lugar na maioria das decisões.
Há quem defenda que é melhor decidir mal, do que não decidir, mas eu acho que o atraso numa decisão, não é pior que uma decisão errada.
Geralmente tendo a ponderar e a adiar questões não argumentadas pela razão, mas é muito complicado esquecer e fingir não sentir esta vontade que vem de dentro, e simplesmente contraria-la.
É como ser menino, e querer simplesmente ir correr e brincar para a rua, sabendo que está a chover, ou está frio.
Hoje, que já não somos meninos, sabemos que a chuva molha, e que o frio deixa as suas marcas, mas devemos abdicar de correr e brincar?
Não. Mas também não queremos apanhar uma “gripe” destas, porque sabemos o que custa para nos refazermos de tal complicação.

Quando nos deparamos com o erro das nossas decisões, sentimo-nos voltar atrás no tempo, e só aí nos questionamos, o porquê de nunca ouvirmos a razão.

Quem já leu até aqui o que escrevi, certamente pensa que eu estarei a passar uma fase de indecisão e dúvida, mas engana-se, porque estou completamente encharcado pela chuva.
A única diferença é que tenho-me esforçado por tomar uma boa dose de Vitamina C., mas sei que o coração vence sempre…