O coração por vezes, impulsiona-nos em diversas direcções, caminhos esses que nós queremos e temos mesmo vontade de ir.Geralmente essas vontades sobreponhem-se a tudo que dantes seria bem mais importante. Deixamos de ver além, para olhar só para o agora, onde o já, tem lugar na maioria das decisões.
Há quem defenda que é melhor decidir mal, do que não decidir, mas eu acho que o atraso numa decisão, não é pior que uma decisão errada.
Geralmente tendo a ponderar e a adiar questões não argumentadas pela razão, mas é muito complicado esquecer e fingir não sentir esta vontade que vem de dentro, e simplesmente contraria-la.
É como ser menino, e querer simplesmente ir correr e brincar para a rua, sabendo que está a chover, ou está frio.
Hoje, que já não somos meninos, sabemos que a chuva molha, e que o frio deixa as suas marcas, mas devemos abdicar de correr e brincar?
Não. Mas também não queremos apanhar uma “gripe” destas, porque sabemos o que custa para nos refazermos de tal complicação.
Quando nos deparamos com o erro das nossas decisões, sentimo-nos voltar atrás no tempo, e só aí nos questionamos, o porquê de nunca ouvirmos a razão.
Quem já leu até aqui o que escrevi, certamente pensa que eu estarei a passar uma fase de indecisão e dúvida, mas engana-se, porque estou completamente encharcado pela chuva.
A única diferença é que tenho-me esforçado por tomar uma boa dose de Vitamina C., mas sei que o coração vence sempre…
3 comentários:
Eu tenho sempre uma toalha extra para ti.
(Da maluca respondona que cantava lamb e foi para o Canadá porque o coração lhe disse para ir e a razão estava de férias)
Aí está o grande dilema de quem se apaixona e receia sofrer, porque quando duas pessoas estão ligadas por um sentimento como o amor, subsiste sempre a dúvida no horizonte: será que me vou magoar? será que vou sofrer?
Não há sensação mais bela e preenchida de adrenalina que o estar apaixonado e ser retribuído, que não conseguir controlar ímpetos, simplesmente, não há. Mas quando vem a gripe, pensamos, sim, por que razão não fugi da chuva? E aí está o grande dilema. Dói, porque dói não sobrepor a razão ao sentimento, mas até que ponto o devemos fazer. Uma questão que irá surgir sempre que estivermos a sofrer... Um beijinho e até sempre. Molha-te :-)
Eu tbm tenho uma toalha para tí! Molhada e com um nó na ponta que é pra doer bastante!!! LOL... passei por aqui para dar uma olhada no teu blog...
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